Efeito fotoelétrico QUÂNTICO ESTATÍSTICO RELATIVISTA DE ANCELMO L. GRACELI


 [COM TENSOR DE  GRACELI]. O EFEITO FOTOELÉTRICO VARIA CONFORME O ÂNGULO DE INCIDÊNCIA , DISTÂNCIA DA ORIGEM DO FÓTON, INTENSIDADE E TEMPERATURA DO FÓTON, AMBIENTE TÉRMICO , TEMPERATURA DO CORPO IRRADIADO, TIPO E POTENCIAL DE RADIAÇÃO DO CORPO IRRADIADOR, TENSOR ENTRÓPICO DE GRACELI, E OPERADOR QUÂNTICO DE GRACELI 

 [* ].





 O ÁTOMO DE GRACELI - QUÂNTICO INTERACIONAL DIMENSIONAL INDETERMINADO



 



 


MECÂNICA ESTATÍSTICA  QUÂNTICA GENERALIZADA TENSORIAL DIMENSIONAL RELATIVISTA  DE ANCELMO L. GRACELI.


 

 EEQ G = ENERGIA ESTATÍSTICA QUÂNTICA  DE ANCELMO L. GRACELI.



 EEQ G =  [Gd*]  *  /    [PT] PTI] PA] [PE] [MT]  [MR] [MEM] [] [] [ [     ]  ] [ ..= 



MECÂNICA ESTATÍSTICA  QUÂNTICA GENERALIZADA TENSORIAL DIMENSIONAL RELATIVISTA  DE ANCELMO L. GRACELI.




[Gd*] = DIMENSÕES DE ANCELMO L. GRACELI =


MASSA TÉRMICA, [MT]

MASSA ELETROMAGNÉTICA. MEM]

MASSA  RADIOATIVA  [MR]

POTENCIAL DE ABSORÇÃO [PA]

POTENCIAL DE TUNELAMENTO.[PT]

POTENCIAL DE TRANSFORMAÇÃO  INTERAÇÕES. PTI]

POTENCIAL DE ENTROPIA. [PE]



VARIAM CONFORME MEIO FÍSICO EM QUE SE ENCONTRAM. E POTENCIAL DE TRANSFORMAÇÕES E INTERAÇÕES DESTES MEIOS FÍSICOS.


COM VARIAÇÕES DE SPINS E ENERGIAS CONFORME O CITADO ACIMA.


PONTOS CRÍTICOS DE TRANSFORMAÇÕES DAS MASSAS  E ENTROPIAS E ENTALPIAS  DAS MASSAS VARIAM CONFORME OS MEIOS E POTENCIAIS DE INTERAÇÕES DAS MESMAS.




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 MECÂNICA QUÂNTICA POTENCIAL HARMÔNICA  GENERALIZADA DE ANCELMO L. GRACELI.


FUNDAMENTO.

1 -  SE FUNDAMENTA NO POTENCIAL DE INTERAÇÕES E TRANSFORMAÇÕES DE ENERGIAS, CAMPOS, ESTADOS E DIMENSÕES DE GRACELI,  E MATÉRIA.


2 - E NA RELAÇÃO  E INTERAÇÕES DOS ESTADOS E DIMENSÕES DE GRACELI.


3 - E NA RELAÇÃO DE ENTROPIAS POTENCIAIS , E VIBRAÇÕES E MOMENTUNS POTENCIAIS, COMO TAMBÉM NA DISTRIBUIÇÃO ELETRÔNICA E BANDAS DOS ELEMENTOS.


UM EXEMPLO CLARO É NAS MUDANÇAS DE ESTADOS FÍSICOS, GASES, E INTERAÇÕES DE CAMPOS.


OU SALTO QUÂNTICOS E FREQUÊNCIAS NOS ÁTOMOS.

EM TERMOS DE AMPLITUDE, E  FREQUÊNCIA  EXCITAÇÃO  HARMÔNICA E POTENCIAL TEMOS>


 Onde  é a amplitude,  é a frequência e  é o de fase da excitação harmônica. O valor de  depende do valor de  em t=0.




  [Gd*]     [Gd*] /   [MT] [[PT] PTI] PA] [PE]  [MR] [MEM] [] [] [ [     ]  ] [ ..= 




  [Gd*]     [Gd*] /   [MT] [[PT] PTI] PA] [PE]  [MR] [MEM] [] [] [ [     ] [() ] [ ..= 




  [Gd*]     [Gd*] /   [MT] [[PT] PTI] PA] [PE]  [MR] [MEM] [] [] [ [     ] [ ] [ ..= 



  [Gd*]     [Gd*] /   [MT] [[PT] PTI] PA] [PE]  [MR] [MEM] [] [] [ [     ] [ ] [ ..= 




  [Gd*]     [Gd*] /   [MT] [[PT] PTI] PA] [PE]  [MR] [MEM] [] [] [ [     ] [ ] [ ..= 



Matematicamente, o eletromagnetismo é unificado com as interações fracas como um campo de Yang-Mills com um grupo de calibre SU(2) × U(1) , que descreve as operações formais que podem ser aplicadas aos campos de calibre eletrofracos sem alterar a dinâmica do sistema. Estes domínios são os campos de isospin fraco W1, W2, e W3, e o campo de hipercarga fraca B. Essa invariância é conhecida como simetria eletrofraca.

Os geradores de SU(2) e U(1) recebem o nome de isospin fraco (chamado de T) e hipercarga fraca (chamada de Y), respectivamente. Estes então dão origem aos bósons de calibre que medeiam as interações eletrofracas - os três bósons W de isospin fraco W1, W2, e W3 e o bóson B de hipercarga fraca, respectivamente, todos os quais são "inicialmente" sem massa. Esses ainda não são campos físicos, antes da quebra espontânea da simetria e do mecanismo de Higgs associado.

No modelo padrão, os bósons W± e Z0 e o fóton são produzidos por meio da quebra espontânea de simetria eletrofraca SU(2) × U(1)Y a U(1)em, efetuada pelo mecanismo de Higgs (ver também bóson de Higgs), um elaborado fenômeno teórico de campo quântico que "espontaneamente" altera a realização da simetria e reorganiza os graus de liberdade.[6][7][8][9]

A carga elétrica surge como uma combinação linear (não trivial) de Y (hipercarga fraca) e o componente T3 do isospin fraco () que não se acopla ao bóson de Higgs - ou seja, o Higgs e o campo eletromagnético não têm efeito um sobre o outro no nível das forças fundamentais ("nível de árvore"), enquanto qualquer outra combinação linear da hipercarga e do isospin fraco irá interagir com o Higgs. Isso causa uma separação aparente entre a força fraca, que interage com o Higgs, e o eletromagnetismo, que não interage. Matematicamente, a carga elétrica é uma combinação específica da hipercarga e T3 delineada na figura.

U(1)em (o grupo de simetria do eletromagnetismo) é definido como o grupo gerado por esta combinação linear especial, e a simetria descrita por este grupo é ininterrupta, uma vez que não interage diretamente com o Higgs (mas o faz por meio de flutuações quânticas).

A quebra espontânea de simetria acima faz com que os bósons W3 e B se aglutinem em dois bósons físicos diferentes com massas diferentes - o bóson Z0 e o fóton (γ),

onde θW é o ângulo de mistura eletrofraca. Os eixos que representam as partículas, essencialmente apenas foram rodados no plano (W3, B) pelo ângulo θW. Isso também introduz uma incompatibilidade entre as massas das partículas 
Z0
 e 
W±
 (denotadas como MZ e MW , respectivamente),

Os bósons W1 e W2, por sua vez, combinam-se para produzir bósons massivos carregados

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